30 março 2008
16 março 2008
Domingo no mundo...
Quem quer bolota trepa...
É preciso é que haja bolota!
Não há maior perda de tempo do que aquele que nós insistimos em gastar em causas perdidas...
A magia do domingo é esta...com a cabeça cheia, repensar o que já pensámos centenas de outras vezes, à espera que surja a iluminação...
E há mesmo alturas em que acaba por surgir!
Mesmo que seja só para nós.
É preciso é que haja bolota!
Não há maior perda de tempo do que aquele que nós insistimos em gastar em causas perdidas...
A magia do domingo é esta...com a cabeça cheia, repensar o que já pensámos centenas de outras vezes, à espera que surja a iluminação...
E há mesmo alturas em que acaba por surgir!
Mesmo que seja só para nós.
24 fevereiro 2008
Disappointed In The Sun - dEUS
Who could tell the story better
About the things that I went through
Some were great but most were terrifying
and so spooky too
Had to get out of there, to hide away
Had to get out of there, to find my way
I troubled everything too soon
Now where I want to be is
where I want to be is ...
Need I say my only wish was
To escape my earthly life
High skies were no option whereas
Diving deep in oceans wide
Was the way for me, to hide away
A possibility, to leave today
I troubled everything too soon
Now where I want to be is
where I want to be is ...
Under the sea, is where I'll be
No talking 'bout the rain no more
I wonder what thunder will mean, when only in my dream
the lightning comes before the roar
Circumstantial situations, now I know what people meant
Beware of the implications, God I've had enough of them
Dedicated to be brave and find a way
Just picking out a wave and slide away
I troubled everything too soon
Now where I want to be is
where I want to be is ...
Maybe taking it another hour
then taking away the pain
Maybe taking it another hour
then taking away the pain
Maybe taking it another hour
then taking away the pain
then taking away the pain
then taking away the pain
then taking away the pain
I troubled everything too soon
Now where I want to be is
where I want to be is ...
Under the sea, is where I'll be
No talking 'bout the rain no more
I wonder what thunder will mean, when only in my dream
the lightning comes before the roar
Under the sea, down here with me I find I'm not the only one
Who ponders what life would mean if we hadn't been
so disappointed in the sun
And that's why we're thinking
that's why we're drinking in a bar under the sea
And that's why we're thinking
that's why we're drinking in a bar under the sea
About the things that I went through
Some were great but most were terrifying
and so spooky too
Had to get out of there, to hide away
Had to get out of there, to find my way
I troubled everything too soon
Now where I want to be is
where I want to be is ...
Need I say my only wish was
To escape my earthly life
High skies were no option whereas
Diving deep in oceans wide
Was the way for me, to hide away
A possibility, to leave today
I troubled everything too soon
Now where I want to be is
where I want to be is ...
Under the sea, is where I'll be
No talking 'bout the rain no more
I wonder what thunder will mean, when only in my dream
the lightning comes before the roar
Circumstantial situations, now I know what people meant
Beware of the implications, God I've had enough of them
Dedicated to be brave and find a way
Just picking out a wave and slide away
I troubled everything too soon
Now where I want to be is
where I want to be is ...
Maybe taking it another hour
then taking away the pain
Maybe taking it another hour
then taking away the pain
Maybe taking it another hour
then taking away the pain
then taking away the pain
then taking away the pain
then taking away the pain
I troubled everything too soon
Now where I want to be is
where I want to be is ...
Under the sea, is where I'll be
No talking 'bout the rain no more
I wonder what thunder will mean, when only in my dream
the lightning comes before the roar
Under the sea, down here with me I find I'm not the only one
Who ponders what life would mean if we hadn't been
so disappointed in the sun
And that's why we're thinking
that's why we're drinking in a bar under the sea
And that's why we're thinking
that's why we're drinking in a bar under the sea
04 outubro 2007
17 maio 2007
Opá Fogo...Tu vais ver!!!!
É naqueles momentos em que parece que não há nada que nos anime...que surge um momento hilariante que nos faz repensar o porquê de estarmos chateados!
Obrigado Marcolina ;)
Também gmdt * * *
15 maio 2007
Metade Sereia, Metade Tartaruga...
Querida amiga,
Hoje é o dia do teu aniversário, mais um ano se passou, e muitas novas experiências tiveste nestes ultimos 365 dias.
Consegues lembrar-te de algumas delas?
E de algumas delas com um sorriso na cara?
Certamente que sim...mesmo que tenhas que fazer um pequeno esforço há sempre aqueles pequenos momentos que nos fazem voltar ao passado e regressar de lá com sorrisos que nos enchem a alma.
Mesmo que nos ultimos tempos sintas que a vida não te corre de feição, porque quando andamos mais chateados a tendência é esquecermo-nos do que nos faz feliz bem perto de nós, há sempre coisas há nossa volta com que podemos contar.
Sei que és forte e corajosa (uma dupla adjectivação!), mas também sei que os teus impulsos nem sempre te permitem ser razoável. A impulsividade é uma caracteristica que às vezes pode ser óptima no calor do momento, mas que noutros momentos se pode tornar bastante inconveniente, quando deixamos que alguns instantes controlem de todo a nossa visão do mundo.
És linda, e contigo emana muita energia, que espero que seja aproveitada para os melhores momentos.
Desejo-te, neste ano que para ti começa agora, que consigas libertar-te de algumas amarras do passado, que a cada dia que passa se tornam mais num fardo, que em experiências que te ajudam a crescer.
Libertar não implica esquecer, mas sim tornar a âncora mais leve...dar-lhe uma folga na corrente que te prende à terra e que não te permite viajar até terras mais distantes.
Não receies conhecer novos horizontes, novos mares onde os ventos te levem.
Arrisca-te a pensar positivo, a pensar que o que pensas poderá estar errado e que haverá uma resposta mais positiva aos teus anseios.
Hoje é o dia do teu aniversário, mais um ano se passou, e muitas novas experiências tiveste nestes ultimos 365 dias.
Consegues lembrar-te de algumas delas?
E de algumas delas com um sorriso na cara?
Certamente que sim...mesmo que tenhas que fazer um pequeno esforço há sempre aqueles pequenos momentos que nos fazem voltar ao passado e regressar de lá com sorrisos que nos enchem a alma.
Mesmo que nos ultimos tempos sintas que a vida não te corre de feição, porque quando andamos mais chateados a tendência é esquecermo-nos do que nos faz feliz bem perto de nós, há sempre coisas há nossa volta com que podemos contar.
Sei que és forte e corajosa (uma dupla adjectivação!), mas também sei que os teus impulsos nem sempre te permitem ser razoável. A impulsividade é uma caracteristica que às vezes pode ser óptima no calor do momento, mas que noutros momentos se pode tornar bastante inconveniente, quando deixamos que alguns instantes controlem de todo a nossa visão do mundo.
És linda, e contigo emana muita energia, que espero que seja aproveitada para os melhores momentos.
Desejo-te, neste ano que para ti começa agora, que consigas libertar-te de algumas amarras do passado, que a cada dia que passa se tornam mais num fardo, que em experiências que te ajudam a crescer.
Libertar não implica esquecer, mas sim tornar a âncora mais leve...dar-lhe uma folga na corrente que te prende à terra e que não te permite viajar até terras mais distantes.
Não receies conhecer novos horizontes, novos mares onde os ventos te levem.
Arrisca-te a pensar positivo, a pensar que o que pensas poderá estar errado e que haverá uma resposta mais positiva aos teus anseios.
O caminho é longo, mas é com os passos que se faz o caminhar.
Atreve-te a deixar novas pegadas na areia e de vez em quando pára...e repara nas pegadas que te acompanham, seguem ou te indicam o caminho!
Minha linda...para finalizar...
Desejo-te as maiores felicidades e que aproveites em grande os próximos 366 dias (que o ano que vem é bissexto!!!)

07 maio 2007
15 março 2007
Sofá Novo
Comprar um sofá novo é arriscar mudar os hábitos.
É ter a coragem de largar aquele canto do sofá a que já estávamos habituados, aquele aconchego, aquela covinha que era adaptada ao nosso corpo...
É saber que aquele novo que ai vem vai ser visto durante os primeiros tempos como uma optima ideia, como um orgulho para a nossa sala, como uma peça decorativa da qual estamos muito contentes por termos adquirido...
Mas tudo isto tem o seu prazo de validade. Depois de passada a novidade, começamos a ficar habituados, a escolher um sitio do nosso sofá onde gostamos de passar mais tempo, e devagar, este sofá, que afinal agora já não é tão novo, acaba por ganhar a "covinha" que já conheciamos no antigo...E tudo volta ao mesmo!
Penso que o mesmo se passa com o nosso estilo de vida. Ganhamos determinados hábitos dificeis de suplantar...
Claro que de vez em quando há uma mola ou outra que nos incomoda e até pensamos em mudar de sofá! Mas não pode ser por "dá cá aquela palha". Também podemos achar que afinal aquela cor já não é tão do nosso agrado como era antes.
Mas chega o dia em que finalmente ganhamos coragem, que arriscamos deixar o "nosso sofá mental" e ir à procura de um que seja mais do nosso agrado, que preencha melhor aquele espaço na sala.
Vamos às lojas, vemos catálogos, pesquisamos na internet...chegamos mesmo a experimentar alguns, a imaginá-los no nosso espaço todos os dias, para ver se eramos capazes realmente de largar o antigo e preparar o protocolo de substituição.
E quando chegamos finalmente ao sofá ideal, sonhamos com ele, impomos-nos regras acerca do mesmo - não vou por os pés; vou fazer de tudo para não o sujar; os gatos não estão autorizados a... e por ai fora - fazemos as contas à carteira...e aqui vamos nós! Estamos prontos a largar um pedaço do que foi a nossa vida, e a abraçar um novo companheiro de viagem...
Sabemos à partida que este novo sofá nos vai obrigar a mudar algumas coisas. Mas o que conta isso quando conseguimos largar o que nos incomodava, ou que era já um hábito, por algo de novo que nos preenche muito mais e nos deixa mais satisfeitos?
Sinto que ando à procura de um sofá novo...já começo a ter uma noção dos modelos que posso escolher, das cores que ficavam bem no meu espaço, mas não tenho bem a certeza...
A única certeza que tenho é que preciso de arranjar um sofá que não me dê cabo das costas e que desafie as normas que me estão a prender a este marasmo!
Eu sou capaz!

16 fevereiro 2007
09 janeiro 2007
07 janeiro 2007
Saturday night inn
Ora muito boas noites!
Aqui estou eu uma vez mais, no novo ano de 2007! É chegado o primeiro fim-de-semana e a minha saúde de ferro obrigou-me a ficar em casa...Otites desta vez!
Mas o que se pode fazer num sábado à noite em casa?
Ora bem, entre o mappling (aquele maravilhoso e viciante desporto que uma certa amiga me incitou a praticar;)) e o zapping...digamos que a escolha não é muito variada.
Depois da maravilhosa Maria Laurinda, de alguma patinagem no gelo, acabamos sempre por ceder ao que de melhor há na informática...os filmes que nos vão cedendo gentilmente ao nosso gosto e a uma velocidade considerável...não que eu o faça (cof cof cof!)
O Perfume foi o eleito...e posso dizer, que já nem me recordo muito bem da leitura do mesmo, mas o filme está engraçado. Brutal é demais, mas interessante penso que seja a classificação ideal.
Não tenho nada de especial para escrever hoje. Apenas palavras vazias.
Apenas para me distrair dos pensamentos que me ocorrem sobre o quanto me poderia estar a divertir com as pessoas de que tanto gosto, as infinitas conversas, risos, emoções, olhares...que os sábados à noite nos proporcionam.
Mais do que ser fim-de-semana, é aquela altura em que sabemos que podemos ser tudo aquilo para que nos tivemos a guardar a semana inteira...Em que podemos ser nós exponenciados ao infinito, porque afinal o tempo é tão curto, e quando damos por ele a semana está de novo a começar e com ela a rotina do horário Nestum.
Há por isso que aproveitar ao máximo as horas que nos são concedidas nestas alturas para fazermos o que realmente gostamos, o que nos dar na real gana, o que nos faz suspirar a semana inteira para que chegue finalmente esse momento.
Mas para mim, esse momento esta semana não chegou.
E eis que aqui estou, em casa a escrever um post, num blog perdido na internet...a desabafar para o espaço...
Mas o que se pode fazer num sábado à noite em casa?
Ora bem, entre o mappling (aquele maravilhoso e viciante desporto que uma certa amiga me incitou a praticar;)) e o zapping...digamos que a escolha não é muito variada.
Depois da maravilhosa Maria Laurinda, de alguma patinagem no gelo, acabamos sempre por ceder ao que de melhor há na informática...os filmes que nos vão cedendo gentilmente ao nosso gosto e a uma velocidade considerável...não que eu o faça (cof cof cof!)
O Perfume foi o eleito...e posso dizer, que já nem me recordo muito bem da leitura do mesmo, mas o filme está engraçado. Brutal é demais, mas interessante penso que seja a classificação ideal.
Não tenho nada de especial para escrever hoje. Apenas palavras vazias.
Apenas para me distrair dos pensamentos que me ocorrem sobre o quanto me poderia estar a divertir com as pessoas de que tanto gosto, as infinitas conversas, risos, emoções, olhares...que os sábados à noite nos proporcionam.
Mais do que ser fim-de-semana, é aquela altura em que sabemos que podemos ser tudo aquilo para que nos tivemos a guardar a semana inteira...Em que podemos ser nós exponenciados ao infinito, porque afinal o tempo é tão curto, e quando damos por ele a semana está de novo a começar e com ela a rotina do horário Nestum.
Há por isso que aproveitar ao máximo as horas que nos são concedidas nestas alturas para fazermos o que realmente gostamos, o que nos dar na real gana, o que nos faz suspirar a semana inteira para que chegue finalmente esse momento.
Mas para mim, esse momento esta semana não chegou.
E eis que aqui estou, em casa a escrever um post, num blog perdido na internet...a desabafar para o espaço...
28 dezembro 2006
Quem és tu de novo?
Ando com vontade de escrever há já algum tempo...mas sempre que começava ou deixava para rascunho ou acabava mesmo por fechar a janela e deixar para depois!
Mas penso que desta é de vez. Vamos ver se não é mais uma tentativa que acaba como uma folha amachucada num caixote do lixo informático qualquer!
O ano está a acabar...
É verdade, penso que é do conhecimento geral :)
Claro que depende sempre de quando consideramos que o ano começou...Sinceramente neste ano que passou, ou que está agora a terminar, consigo encontrar vários inicios, términos, recomeços, pausas, fast forwards e por aí fora!
Mas a aproximação de determinadas datas antecipam emoções...
Sei que todos os anos, as sensações são e serão sempre diferentes. O que vivi, o que virá, o que estou neste momento a passar deixam sempre a expectativa do proximo passo, da próxima encruzilhada, do novo desafio ou obstáculo que vai acabar por aparecer.
Mas este ano é um misto de curiosidade com desapontamento!
É estranha esta ambiguidade, esta ambivalência.
É mesmo a vontade de saber o que vem depois, do que irá acontecer, mesmo tendo a certeza de que entrei numa nova fase em que nada se irá transformar como no ano de 2006...
Parecem lamurias, e se calhar até o são um pouco! Ando à procura de um motivo para tudo isto, para ter de me levantar todos os dias às 8h13 da manhã, ligar o rádio, vestir, tomar o pequeno-almoço, lavar os dentes, fazer a cama, desligar o rádio, pegar nas coisas, abrir a porta, fechar e trancar a porta, entrar no carro, ir até às Caldas, trabalhar até pelo menos às 17h, voltar para a Foz, tomar banho, comer, dormir...e voilá...tudo recomeça.
É estranho!!!
Falta qualquer coisa.
Falta a época de frequencias, a casa cheia, as cartadas, as noitadas sempre que apetece, o poder hoje não ir às aulas, ver filmes até o dia amanhecer...
Mas sei que ainda há mais!
A vida muda, e os objectivos têm que ser outros.
E claro que é no final do ano que há que repensar em tudo isto. No que já não tenho...mas acima de tudo o que fazer com o que tenho agora!
Afinal o que quero eu para 2007?
Declaro aberta a época de reflexão de 2006 e a construção de objectivos para 2007!!!!
Mas penso que desta é de vez. Vamos ver se não é mais uma tentativa que acaba como uma folha amachucada num caixote do lixo informático qualquer!
O ano está a acabar...
É verdade, penso que é do conhecimento geral :)
Claro que depende sempre de quando consideramos que o ano começou...Sinceramente neste ano que passou, ou que está agora a terminar, consigo encontrar vários inicios, términos, recomeços, pausas, fast forwards e por aí fora!
Mas a aproximação de determinadas datas antecipam emoções...
Sei que todos os anos, as sensações são e serão sempre diferentes. O que vivi, o que virá, o que estou neste momento a passar deixam sempre a expectativa do proximo passo, da próxima encruzilhada, do novo desafio ou obstáculo que vai acabar por aparecer.
Mas este ano é um misto de curiosidade com desapontamento!
É estranha esta ambiguidade, esta ambivalência.
É mesmo a vontade de saber o que vem depois, do que irá acontecer, mesmo tendo a certeza de que entrei numa nova fase em que nada se irá transformar como no ano de 2006...
Parecem lamurias, e se calhar até o são um pouco! Ando à procura de um motivo para tudo isto, para ter de me levantar todos os dias às 8h13 da manhã, ligar o rádio, vestir, tomar o pequeno-almoço, lavar os dentes, fazer a cama, desligar o rádio, pegar nas coisas, abrir a porta, fechar e trancar a porta, entrar no carro, ir até às Caldas, trabalhar até pelo menos às 17h, voltar para a Foz, tomar banho, comer, dormir...e voilá...tudo recomeça.
É estranho!!!
Falta qualquer coisa.
Falta a época de frequencias, a casa cheia, as cartadas, as noitadas sempre que apetece, o poder hoje não ir às aulas, ver filmes até o dia amanhecer...
Mas sei que ainda há mais!
A vida muda, e os objectivos têm que ser outros.
E claro que é no final do ano que há que repensar em tudo isto. No que já não tenho...mas acima de tudo o que fazer com o que tenho agora!
Afinal o que quero eu para 2007?
Declaro aberta a época de reflexão de 2006 e a construção de objectivos para 2007!!!!
01 novembro 2006
Querer é poder ou Poder é controlar?
Estou para aqui farta de pensar como hei-de pôr isto em palavras...
Tenho tido uma sensação de impotência no que concerne ao controlar/ dominar o meu cerebro irrequieto...
Porque será que quando nos sentimos mais fragilizados o nosso cérebro se tenta apoderar do resto de bom senso que ainda nos resta?
Isto quer dizer, que quando estamos mais vulneráveis, o nosso cérebro vem de mansinho e...TAU! Começa a divagar nos pontos mais fracos, nas incertezas, no que nos torna mais humanos. E depois?
Depois é o resultado! É aquela neura insuportável...e depois?
É o ter de encontrar as receitas milagrosas para sair dela. As mil e uma invenções para contrariar tudo o que ele nos diz.
Claro que quando temos formação nesta área a coisa ainda se torna mais complicada. É o saber como acontece, como se faz para deixar de acontecer, e no entanto...lá está ele a achar que manda! E o pior é que muitas vezes leva mesmo a melhor.
Mas claro que nem tudo é como ele quer! Era só o que faltava.
Há destes momentos, em que preciso de divagar, de conseguir pôr em palavras tudo isto...todo este turbilhão. E afinal até resulta, porque com este devaneio, com esta concretização semântica (UAU!) consigo contruir a ideia e muitas vezes encontrar a saida.
E o que terão voces a ver com isto?
Sinceramente nada! Mas também não creio que exista nestas coisas do blog uma obrigação de ter de ir até ao fim...
Mas se forem, já agora, espero que sirva para alguma coisa. Que mais não seja para verem como estou errada!
Uma das coisas boas destas coisas dos blogs é mesmo podermos escrever tudo o que nos dá na real gana e estarmo-nos a lixar para quem vem depois...
Afinal quem tem a password sou eu!
Pensamento: "Presunção e água benta, cada um toma a que quer"...eu hoje embebedei-me...
Tenho tido uma sensação de impotência no que concerne ao controlar/ dominar o meu cerebro irrequieto...
Porque será que quando nos sentimos mais fragilizados o nosso cérebro se tenta apoderar do resto de bom senso que ainda nos resta?
Isto quer dizer, que quando estamos mais vulneráveis, o nosso cérebro vem de mansinho e...TAU! Começa a divagar nos pontos mais fracos, nas incertezas, no que nos torna mais humanos. E depois?
Depois é o resultado! É aquela neura insuportável...e depois?
É o ter de encontrar as receitas milagrosas para sair dela. As mil e uma invenções para contrariar tudo o que ele nos diz.
Claro que quando temos formação nesta área a coisa ainda se torna mais complicada. É o saber como acontece, como se faz para deixar de acontecer, e no entanto...lá está ele a achar que manda! E o pior é que muitas vezes leva mesmo a melhor.
Mas claro que nem tudo é como ele quer! Era só o que faltava.
Há destes momentos, em que preciso de divagar, de conseguir pôr em palavras tudo isto...todo este turbilhão. E afinal até resulta, porque com este devaneio, com esta concretização semântica (UAU!) consigo contruir a ideia e muitas vezes encontrar a saida.
E o que terão voces a ver com isto?
Sinceramente nada! Mas também não creio que exista nestas coisas do blog uma obrigação de ter de ir até ao fim...
Mas se forem, já agora, espero que sirva para alguma coisa. Que mais não seja para verem como estou errada!
Uma das coisas boas destas coisas dos blogs é mesmo podermos escrever tudo o que nos dá na real gana e estarmo-nos a lixar para quem vem depois...
Afinal quem tem a password sou eu!
Pensamento: "Presunção e água benta, cada um toma a que quer"...eu hoje embebedei-me...
17 julho 2006
Phoenix - If I Ever Feel Better
É impossivel não vibrar ao ouvir este som...
Fiquei viciada!
Levantem-se, ponham o volume no máximo e PLAY!
Fiquei viciada!
Levantem-se, ponham o volume no máximo e PLAY!
09 julho 2006
Construtores de Cabanas
Já lá vai algum tempo mas cá estamos de novo...
Isto de escrever na 1ª pessoa do plural deve ter sido um mau hábito que apanhámos quando faziamos um trabalho, um tanto extenso, mas que até admitimos que nos deu gozo.
Até aprendemos umas coisas giras, novas e que nos abrem perspectivas de futuro.
No entanto, escrever nesta condição desagrada-nos...
Recomeçando.
Já lá vai algum tempo mas cá estou de novo...
Tenho estado a estudar para a última e derradeira cadeira deste longo percurso académico. A disciplina designa-se de Técnicas Cognitivo-Comportamentais para Crianças e Adolescentes, que não deve dizer muito, mas não estão sós nessa luta!
Sem me querer estender muito, tem que ver com o tratamento ou intervenção em Crianças e Adolescentes com problemas.
É um bocado deprimente, por percebermos que existem realmente crianças, (principalmente crianças, porque já sabemos que de uma forma ou doutra os Adolescentes têm sempre alguns "assuntos a resolver") que se preocupam ou sofrem com outros assuntos que não o brincar, divertir ou mesmo com os malditos T.P.C..
Claro que, se pensarmos bem, existem aquelas crianças que vivem em países devastados pela guerra, ou em bairros degradados, ou ao abandono (mesmo na condição de viverem com os seus pais), ou em qualquer outra forma que não é a aconselhada.
Isto já está a ir por um caminho que eu não queria...
O que eu queria mesmo dizer, é que existem crianças que vivem limitadas e que não têm a oportunidade de experimentar tantas coisas boas, e outras más, mas que as fariam tão mais completas. Quer dizer, acho eu!
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", quem sabe se jogar 20h de consola por dia, ter 8h de aulas e 12h de explicação e ainda praticar um desporto ou tocar um intrumento musical não as preencherá da mesma forma que me preencheu a mim os jogos das escondidas nocturnos com os miudos todos da Encosta do Sol, ou os milhentos acampamentos que fiz nos escuteiros, ou mesmo as horas que tinha livres para não fazer absolutamente NADA!
Dou por mim fascinada ao ouvir os meus amigos a contarem-me as aventuras deles das suas infâncias. Das brincadeiras, dos jogos, das partidas, dos amigos...
Chego mesmo a esquecer-me de quão brutal foi a minha infância!
Acho que quando os ouço, consigo sonhar e viajar à realidade deles..Conhecem a sensação?
Sinto os meus olhos a brilharem, um sorriso rasgado e uma atenção extrema a todas as palavras mágicas que ouço.
A última vez que experimentei esta sensação foi há bem pouco tempo, quando alguém que me tem feito sorrir com muita frequência, me contou das suas aventuras na cabana que tinha construido com os amigos de infância. O que faziam, o que planeavam, como se metiam em trabalhos e como conseguiam sair deles.
Deu-me a sensação de estar a conhecer alguém que tinha experimentado a liberdade e a possibilidade de viver o mundo, com todos os seus ingredientes e sem grandes preocupações.
Havia algo melhor do que chegar a casa depois de um dia de aventuras? Aquele cansaço que motivava o dia seguinte?
E hoje? Ainda é possível ser construtor de cabanas?
Como esse alguém referiu...
"Em vez de fazerem cabanas, preferem as birras!"
Será bom ser criança nos dias de hoje?

Isto de escrever na 1ª pessoa do plural deve ter sido um mau hábito que apanhámos quando faziamos um trabalho, um tanto extenso, mas que até admitimos que nos deu gozo.
Até aprendemos umas coisas giras, novas e que nos abrem perspectivas de futuro.
No entanto, escrever nesta condição desagrada-nos...
Recomeçando.
Já lá vai algum tempo mas cá estou de novo...
Tenho estado a estudar para a última e derradeira cadeira deste longo percurso académico. A disciplina designa-se de Técnicas Cognitivo-Comportamentais para Crianças e Adolescentes, que não deve dizer muito, mas não estão sós nessa luta!
Sem me querer estender muito, tem que ver com o tratamento ou intervenção em Crianças e Adolescentes com problemas.
É um bocado deprimente, por percebermos que existem realmente crianças, (principalmente crianças, porque já sabemos que de uma forma ou doutra os Adolescentes têm sempre alguns "assuntos a resolver") que se preocupam ou sofrem com outros assuntos que não o brincar, divertir ou mesmo com os malditos T.P.C..
Claro que, se pensarmos bem, existem aquelas crianças que vivem em países devastados pela guerra, ou em bairros degradados, ou ao abandono (mesmo na condição de viverem com os seus pais), ou em qualquer outra forma que não é a aconselhada.
Isto já está a ir por um caminho que eu não queria...
O que eu queria mesmo dizer, é que existem crianças que vivem limitadas e que não têm a oportunidade de experimentar tantas coisas boas, e outras más, mas que as fariam tão mais completas. Quer dizer, acho eu!
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", quem sabe se jogar 20h de consola por dia, ter 8h de aulas e 12h de explicação e ainda praticar um desporto ou tocar um intrumento musical não as preencherá da mesma forma que me preencheu a mim os jogos das escondidas nocturnos com os miudos todos da Encosta do Sol, ou os milhentos acampamentos que fiz nos escuteiros, ou mesmo as horas que tinha livres para não fazer absolutamente NADA!
Dou por mim fascinada ao ouvir os meus amigos a contarem-me as aventuras deles das suas infâncias. Das brincadeiras, dos jogos, das partidas, dos amigos...
Chego mesmo a esquecer-me de quão brutal foi a minha infância!
Acho que quando os ouço, consigo sonhar e viajar à realidade deles..Conhecem a sensação?
Sinto os meus olhos a brilharem, um sorriso rasgado e uma atenção extrema a todas as palavras mágicas que ouço.
A última vez que experimentei esta sensação foi há bem pouco tempo, quando alguém que me tem feito sorrir com muita frequência, me contou das suas aventuras na cabana que tinha construido com os amigos de infância. O que faziam, o que planeavam, como se metiam em trabalhos e como conseguiam sair deles.
Deu-me a sensação de estar a conhecer alguém que tinha experimentado a liberdade e a possibilidade de viver o mundo, com todos os seus ingredientes e sem grandes preocupações.
Havia algo melhor do que chegar a casa depois de um dia de aventuras? Aquele cansaço que motivava o dia seguinte?
E hoje? Ainda é possível ser construtor de cabanas?
Como esse alguém referiu...
"Em vez de fazerem cabanas, preferem as birras!"
Será bom ser criança nos dias de hoje?

19 junho 2006
11 junho 2006
Que óculos tens hoje?
Sonhar e levantar voo pelo céu!
Ou os sonhos cairem e o mergulho ser até ao mais fundo abismo!
será tudo uma questão de positivo e negativo?
Porque é o ser humano um bicho tão vulnerável, sujeito às intempéries que se vão cruzando?
Quem nos fez pode ter tido um pensamento genial, mas no toca às fragilidades...enfim...deixou um pouquito a desejar. Será?
Ou simplesmente é uma forma de nos obrigar a crescer, vivendo com aquilo que mais nos atormenta, de modo a sabermos aceitar em nós o inaceitável?
É tudo tão relativo. Será que essa parte de nos aceitarmos depende exclusivamente de nós, ou também da forma como nos habituamos a que olhassem para nós?
O inconformismo face ao imutável, dará origem à frustração ou à vontade mais forte de transformar o que ainda ninguém ousou?
Claro que em terapia, diria que isso depende da forma como interpretamos a situação. E provavelmente consegue ser mesmo assim, linear...
O porquê de interpretarmos assim é que já daria origem a uma narrativa de vida!
Faz tudo parte do ontem, do hoje e do amanhã.
O nosso mundo, ou a visão dele, será sempre moldada consoante os "óculos" que vamos pondo. Uns dias mais rosa, outros mais negro, mas o que é certo é que as lentes nunca são completamente transparentes, porque ou mudam de cor consoante o que nos vai na alma, ou ampliam ou reduzem o que percepcionamos.
Que bichinho complicado, não?
Ou os sonhos cairem e o mergulho ser até ao mais fundo abismo!
será tudo uma questão de positivo e negativo?
Porque é o ser humano um bicho tão vulnerável, sujeito às intempéries que se vão cruzando?
Quem nos fez pode ter tido um pensamento genial, mas no toca às fragilidades...enfim...deixou um pouquito a desejar. Será?
Ou simplesmente é uma forma de nos obrigar a crescer, vivendo com aquilo que mais nos atormenta, de modo a sabermos aceitar em nós o inaceitável?
É tudo tão relativo. Será que essa parte de nos aceitarmos depende exclusivamente de nós, ou também da forma como nos habituamos a que olhassem para nós?
O inconformismo face ao imutável, dará origem à frustração ou à vontade mais forte de transformar o que ainda ninguém ousou?
Claro que em terapia, diria que isso depende da forma como interpretamos a situação. E provavelmente consegue ser mesmo assim, linear...
O porquê de interpretarmos assim é que já daria origem a uma narrativa de vida!
Faz tudo parte do ontem, do hoje e do amanhã.
O nosso mundo, ou a visão dele, será sempre moldada consoante os "óculos" que vamos pondo. Uns dias mais rosa, outros mais negro, mas o que é certo é que as lentes nunca são completamente transparentes, porque ou mudam de cor consoante o que nos vai na alma, ou ampliam ou reduzem o que percepcionamos.
Que bichinho complicado, não?
Isto já me faz lembrar um site de letras...mas enfim, há coisas que têm mesmo de ser partilhadas!
Pó-de-arroz
Na face das pequenas
Será beleza apenas
Só uma corzinha
Sim, pó-de-arroz (Pó, ahaa)
Rosa é, mulher o pôs
E um homem vai nas cenas
Eva e Adão outra vez
É como alindar um embrulho
Arroz com gorgulho talvez
[CHORUS]
Pó-de-arroz
Do teu arrozal
Esse pó que é fatal
És a tal que me encanta
Com pó-de-arroz
Não faz nenhum mal
É de arroz integral
Infernal quando chegas
Com todo o teu arroz
Todo o teu arroz
Pó-de-arroz
Tens hoje só p'ra mim
Pós de pirlim-pim-pim
E és um arroz-doce
Sim, pode ser
Um canto de sereia
Serei a tua teia
E tu serás o meu algoz
Mas quando te vais alindar
Alindada vens dar-me o arroz
Carlos Paião
Na face das pequenas
Será beleza apenas
Só uma corzinha
Sim, pó-de-arroz (Pó, ahaa)
Rosa é, mulher o pôs
E um homem vai nas cenas
Eva e Adão outra vez
É como alindar um embrulho
Arroz com gorgulho talvez
[CHORUS]
Pó-de-arroz
Do teu arrozal
Esse pó que é fatal
És a tal que me encanta
Com pó-de-arroz
Não faz nenhum mal
É de arroz integral
Infernal quando chegas
Com todo o teu arroz
Todo o teu arroz
Pó-de-arroz
Tens hoje só p'ra mim
Pós de pirlim-pim-pim
E és um arroz-doce
Sim, pode ser
Um canto de sereia
Serei a tua teia
E tu serás o meu algoz
Mas quando te vais alindar
Alindada vens dar-me o arroz
Carlos Paião
Desabafos!
Não sentem que, por vezes, existem momentos da vossa vida em que se sentiram a planar à espera de um vento novo que vos faça ambicionar voar de novo?
Subscrever:
Mensagens (Atom)
